Prémio Cannes 2001
Conheces o Book?
Maio12, 2010Não deixes de ver. Vale a pena!!!
Lê, a seguir, um comentário a este anúncio institucional, redigido por alunos da turma 11.º A da ESPBS.
Nos dias de hoje, são imensos os problemas que parasitam o nosso mundo, e muitos deles, fruto de alguma ignorância e falta de sensibilização. Estes problemas são alvo de um tipo de publicidade, publicidade institucional. Os anúncios publicitários não comerciais destinam-se a chamar a atenção para determinado assunto sem qualquer finalidade lucrativa, ou seja, sem o intuito de induzir o espectador à compra de um produto.
Um dos assuntos que é tema deste tipo de publicidade está relacionado com a leitura, que ultimamente tem sido um pouco descuidada por parte dos jovens. Estes têm mostrado preferência por equipamentos electrónicos da nova geração (PlayStation3, X-Box, Wii, etc.). Assim, os livros, portadores de grandes histórias e de grande quantidade de informação foram sendo substituídos por estes equipamentos.
Com o objectivo de mostrar que o livro é muito mais do que um aglomerado de páginas e assim procurar o incentivo à leitura, este brilhante anúncio combina originalidade com o melhor dos livros. Deste modo, os livros são descritos como autênticos equipamentos electrónicos, transformando as suas características, ainda que insignificantes, em autênticos conceitos tecnológicos, conferindo assim comicidade à publicidade. São exemplos a paginação, o índice, os milhares de letras, a natureza opaca das páginas, entre outros aspectos que, no seu conjunto, realçam a perfeição do livro como uma “grande tecnologia”. Tudo isto, aliado à posição de destaque do “Book”, conseguida através do contraste de cores, transmite aos espectadores a ideia de que a leitura é interessante e uma excelente forma de diversão, sendo até mais saudável e educativa.
Cristiana Silva, Eduardo Magalhães, Marco Fernandes, Marco Almeida, Rosa Oliveira – 11.º A
A propósito…
Prevenção rodoviária – cinto de segurança
Maio10, 2010Vídeo enviado por Paula Silva, 11.º C
Lê, a seguir, 4 comentários a este anúncio institucional, redigido por alunos das turmas 11.º A, B e C da ESPBS.
O anúncio tem uma música com ritmo constante, ou seja, sempre com a mesma balada e mesma intensidade. Isso faz com que a mensagem que o vídeo quer transmitir seja melhor assimilada.
No início, representa-se uma família feliz, constituída por um homem, uma mulher e a filha. O homem simula, sentado numa cadeira, a condução de um carro. Numa situação inicial, sente-se que é uma família realmente feliz no verdadeiro sentido, até a filha está com asas de borboleta, o que transparece “magia”, e magia para os mais novos é felicidade.
Quando, de repente, o homem na sua simulação efectua uma viragem complicada, os rostos ficam amedrontados. Mas a filha e a mulher, que estavam a observar a condução do veículo, levantam-se a correr e, ao chegarem perto do familiar, agarram-no formando com os braços um cinto de segurança.
Este anúncio põe os sentimentos e emoções do observador à flor da pele. Quando tudo estava bem, por um simples descuido, tudo pode acabar de uma forma trágica. Isto provoca um grande impacto mas pessoas, porque pensam na sua vida. Na verdade, um simples desleixo pode ser fatal, pode acabar com uma família, passando de harmonia paz e felicidade para dor e tristeza.
Por isso, o observador quando entrar no carro vai certamente lembrar-se daqueles rostos, e vai pôr o cinto de segurança antes de começar a conduzir.
Sara Machado, 11.º A
Este anúncio pretende alertar as pessoas para a importância do uso do cinto de segurança na estrada.
O anúncio atrai muito a atenção dos telespectadores porque é feito em slow motion, o som e o desencadeamento das acções prendem o telespectador ao criar o efeito de expectativa pelo que vai acontecer a seguir.
O momento da “colisão” é surpreendente. A maneira como a mesa é arremessada e a diferença de velocidades entre esse momento e o resto do anúncio, permite mostrar ainda ao telespectador que mesmo que tudo pareça estar controlado, de repente, algo inesperado pode acontecer, como por exemplo um acidente. Também o facto de no momento da “colisão” se dar uma “chuva” de purpurinas é admirável, porque as cores usadas conseguem prender e surpreender o telespectador.
A partir do momento em que a mãe e a filha vão utilizar os braços para fazer o cinto de segurança, a atenção do telespectador é imediatamente conseguida. Esse momento desperta variadas emoções, incluindo surpresa, consciencialização para o problema tratado e compaixão pelas pessoas que já perderam a vida nas estradas devido à não utilização de cinto de segurança.
O slogan apresentado no fim do anúncio: “Embrace life” (em português “Abraça a vida”) está de acordo com o resto do vídeo. Serve de metáfora ao cinto utilizado na história.
O anúncio, do nosso ponto de vista, está muito bem conseguido, porque é capaz de cumprir a sua função de consciencializar as pessoas para o uso de cinto de segurança.
Adriana, Eduarda Fernandes, Francisca, Maria Helena, Mariana – 11.º B
Este é um anúncio institucional que tem como tema a prevenção rodoviária, consistindo numa espécie de alerta que tem em vista demonstrar a importância do uso de cinto de segurança. Nos dias de hoje, é comum ouvirmos falar de vários acidentes rodoviários em que os ocupantes, devido à falta de cinto de segurança, são projectados para fora do veículo.
Essa é a triste realidade que nos é transmitida através deste anúncio institucional. No vídeo, um homem simula viajar de carro. O “condutor” distrai-se com a sua família, sorrindo para esta e, de repente, a sua expressão muda entristecendo, dando-nos a percepção de que vai sofrer um acidente. A sua família apercebe-se e vai socorrê-lo, simulando um cinto de segurança.
Esta mudança de atitude e expressão por parte dos intervenientes capta a nossa atenção, pois é através dos gestos e expressões que este vídeo se baseia, quando o homem liga o carro, e mesmo quando ele muda de expressão como se um algo fosse embater no seu veículo. Além disso, na parte do anúncio em que ele, supostamente, sofre um acidente e vemos a imitação de vidros a partirem-se, o uso de um ritmo mais lento da imagem cria-nos um estado de choque para o que acontece.
Além disso, a música de fundo começa por ser calma e com um ritmo lento, mas à medida que a acção se vai desenrolando, e quando ocorre a simulação do acidente, esta intensifica-se, passando o seu ritmo a ser mais rápido. Relativamente aos tons, podemos dizer que não existe nenhum que se destaque, isto porque este anúncio se centra mais nos gestos dos personagens do que no uso de cores e tonalidades.
O slogan é apenas uma pequena frase metafórica, mas que fica marcada na nossa mente: abraça a vida, que nos faz pensar que apenas um simples cinto de segurança pode por vezes salvar a nossa vida.
Estas são algumas das características que captam a nossa atenção e que nos levam a pensar na importância do cinto de segurança.
É fundamental o uso de sinto de segurança, é um gesto bastante simples e pode salvar vidas. Tal como o anúncio nos transmite, abracemos a nossa vida e não a desperdicemos por um simples gesto como o de colocar um cinto de segurança.
Ana Fernandes, Daniela Silva, Jacinta Rodrigues, Joana Almeida, Juliana Rodrigues, Paula Silva – 11.º C
Este anúncio institucional aborda a prevenção rodoviária. Tem uma música calma, dramática. No vídeo, podemos observar um homem a fingir que está a conduzir, feliz, e de um momento para o outro muda a expressão facial, dando a ideia de que vai ter um acidente e ia sem cinto. Nisto, uma mulher e uma criança abraçam-se a ele de maneira a que os braços se pareçam com o cinto, e protegem-no. No final, aparece um pequeno slogan que diz ”Abraça a vida” e significa que o cinto de segurança pode ser a diferença entra a vida e a morte.
Uma das estratégias utilizadas é o facto de vermos uma pessoa a fazer que conduz, e que, de repente, dá por si prestes a sofrer um acidente grave, que leva a prejuízos humanos e materiais. Acaba por ser salvo por um cinto improvisado, um cinto humano feito por uma criança e por uma mulher, que evita que o impacto do acidente tenha prejuízos graves no condutor. Este vídeo faz-nos reflectir que quando vamos na estrada temos que conduzir com cuidado e que devemos tomar todo o tipo de precauções de forma a não prejudicarmos a nossa vida e a não corrermos riscos desnecessários, evitando assim graves prejuízos no nosso corpo e até a nossa morte.
André, José, Renato, Ricardo e Rui – 11.º C
Observa um vídeo da Associação Salvador que consiste numa compilação de anúncios de uma importante campanha portuguesa de Prevenção Rodoviária.
Vídeo enviado por Bárbara Rodrigues, 11.º C
Observa agora um anúncio institucional da TAC (Transport Comission Accident), que consiste numa retrospectiva das campanhas de Prevenção Rodoviária produzidas por esta entidade nos últimos 20 anos.
Vídeo enviado por Miguel Castro, 11.º C
A propósito…
- 2 notícias recentes relacionadas com este assunto:
- Acidente na A4 provoca 1 morto e 2 feridos – 02/05/2010 (ler artigo)
- Outro acidente grave esta manhã na A4 provocou 1 morto e 4 feridos, 2 em estado grave – 04/05/2010 (ver vídeo)
Violência no namoro
Maio9, 2010Lê, a seguir, 2 comentários a este anúncio institucional, redigidos por alunas das turmas 11.º A e C da ESPBS.
A publicidade é, nos dias de hoje, um dos meios mais utilizados para a captar a atenção do público para um determinado produto ou tema.
Este é um anúncio que tem como principal objectivo alertar-nos para um problema bastante grave da actualidade e mostra-nos um caso muito particular de publicidade. Neste anúncio visualizamos uma espécie de alerta que tem em vista demonstrar-nos o que deve ser um namoro sem violência e avisar-nos para a real existência deste problema.
Apesar de ser um tema muito actual, a violência no namoro não tem sido abordada com todo o impacto que deveria. Este é realmente um dos grandes problemas existentes em diversas relações e acaba por, como não é comentado, ser esquecido e pouco reconhecido como um problema. Habitualmente associamos a violência a pessoas que se encontram casadas ou vivem em união de facto, mas na realidade a violência começa muito antes disso, logo no início do namoro. O facto mais curioso deste género de violência é que ela não se resume só a agressões físicas, mas também psicológicas por parte da pessoa que acaba por exercer um enorme poder sobre a outra. Isto tudo é transmitido através deste anúncio.
Para dar ênfase à seriedade e ao sentimento de tristeza que se associa a este anúncio publicitário, o som deste vídeo tem um ritmo calmo. Esta música, da autoria do grupo musical Deolinda, chama-se “Lisboa não é a cidade perfeita” e tem uma letra em que são demonstrados os defeitos de uma cidade que não é tão perfeita como todos imaginavam. Podemos então dizer que se enquadra no tema do anúncio isto porque o objectivo deste é demonstrar que não existem relações perfeitas, à vista de uns podem até ser, mas na realidade as pessoas não têm noção do que se passa por detrás do casal que visualizam como sendo perfeito e totalmente feliz.
Outros aspectos que são evidenciados neste anúncio são os diferentes estados da relação das personagens. Em certos momentos, vemos um casal alegre, cuja relação não demonstra qualquer tipo de violência. Vemos a imagem do casal feliz e perfeito, e são utilizadas cores claras e alegres associadas ao estado de espírito das personagens. Depois, observamos outro género de cenas em que a imagem é escura e sombria e são demonstrados os reais problemas do casal, constatando-se o medo da personagem feminina, que, após algum tempo, acabamos por perceber que é maltratada. São aqui evidenciados os diferentes contrastes deste anúncio que inicialmente apresenta um tipo de relação e depois outro, isto associado às diferentes cores da imagem observada.
Outro contraste observado é o modo com as duas personagens vêem a relação entre eles. Isto é notório quando ele escreve no tronco da árvore um coração com o nome dos dois, assumindo um ar totalmente satisfeito e feliz. No entanto, a jovem mais tarde acrescenta a palavra “maltrata” entre o nome dele e dela. Aqui vemos que ele não se apercebe do mal que lhe faz ao maltratá-la, não dá relevância ao assunto e continua a ver a relação dos dois como perfeita, vemos isso devido ao enorme sorriso que esboça na cara. Ela, pelo contrário, como é a vítima, acaba por perceber tudo o que de mau existe na relação dos dois e na sua face transparece o seu medo e tristeza.
No desenrolar do anúncio, são-nos dadas algumas informações acerca dos namoros, demonstrando que nem tudo é um mar de rosas e não são só conquistas nem carinho. Vemos que por detrás disso existem 1 em cada 4 casais a sofrer de violência, e o que por vezes vemos não são casais realmente felizes. As aparências iludem e apesar de mostrarem felicidade muitas pessoas também sofrem.
Todo o anúncio assenta num contraste entre o bom de uma relação, como o amor, a cumplicidade, a felicidade, e o mau que há nesta relação, que é a agressão. Visto isto, podemos afirmar que existe um paradoxo ente o lado bom e o lado mau desta relação.
Uma das estratégias usadas para captar a atenção para o tema é o facto de o anúncio, apesar de ser pequeno, ser muito comovente e criar um grande impacto demonstrando a triste realidade das relações. À primeira vista, este não parece ser um grave problema mas na realidade é e afecta muitas pessoas, daí serem necessárias campanhas publicitárias como esta para alertar para a existência destes casos.
O slogan deste anúncio “Namoro violento não é amor” resume tudo o que pretende ser demonstrado e alertado neste anúncio. Leva-nos novamente a reflectir sobre o real conceito de amor, onde não existe maldade nem agressão e as pessoas se sentem seguras uma com a outra. Quando isto não acontece, não nos deparamos com um caso de amor, tal como é dito no slogan.
Na parte final do anúncio, quando visualizamos o slogan, é também mostrado um logótipo de uma mão, com as letras da palavra “Love” escritas nos dedos, que pretende simbolizar a violência e o acto de bater em alguém. Este logótipo realça o slogan porque pretende novamente mostrar a ideia de que existem namoros em que realmente há violência. Portanto, devemos fazer tudo o que podemos para acabar com a violência e o modo mais fácil de fazermos isto é darmos a devida importância ao assunto e divulgá-lo, como é feito através desta campanha publicitária.
Concluímos assim que, tal como é demonstrado neste anúncio, muitas são as jovens que sofrem agressões e o grande problema é que as agressões são sofridas em silêncio, e elas acabam por guardar todos os problemas que têm para si próprias. Isto porque, além de terem medo de provocar uma maior irritação no companheiro, o que pode gerar mais agressões, por vezes têm também medo de repreensões, que podem surgir pela parte de outras pessoas. Apesar de neste anúncio a vítima ser do sexo feminino, isto pode também acontecer ao contrário, mas o sentimento acaba por ser na mesma de dor e sofrimento para a vítima. Daí termos escolhido este anúncio, o facto de este tema merecer ser divulgado e estar tão bem exposto de um modo tão claro e real neste vídeo fez com que nos interessássemos por ele. Violência não é sinónimo de amor e estas duas palavras em nada se relacionam uma com a outra, muito menos os sentimentos que elas implicam. O namoro tem de ser sempre algo bom para ambas as partes e não exclusivamente para uma delas.
Ana Fernandes, Daniela Silva, Jacinta Rodrigues, Joana Almeida, Juliana Rodrigues, Paula Silva, 11.º C
Todos os dias, chegam até nós inúmeros anúncios publicitários. Uns, de carácter mais comercial e outros, como este, de carácter institucional e bastante importantes no alerta da população relativamente aos temas sociais da actualidade.
Como podemos ver, este anúncio alerta-nos para um problema que pode surgir durante o namoro e que, se não for resolvido, se pode prolongar durante o casamento. Falamos então da violência no namoro, que é cada vez mais frequente entre a comunidade jovem de Portugal.
No vídeo em questão, não podemos deixar de reparar nas cores usadas e no sítio em que os protagonistas se encontram. Se virmos com atenção, as cores escuras e sombrias dão-nos a ideia de que existem poucas saídas pelas quais se pode fugir para além de que, podemos facilmente ver que a “rapariga” está a tentar fugir de algum problema e, ao mesmo tempo, tenta acreditar que esse mesmo problema não existe fingindo que toda a situação está bem.
Assim, podemos concluir que a intenção do anúncio publicitário é alertar para as falsas aparências que por vezes existem nos namoros e há uma mensagem muito importante que é transmitida, “onde há violência não há amor”. É importante que as pessoas reflictam sobre a frase que anteriormente citamos porque, de facto, a violência não prova, nem nunca provará, o verdadeiro amor e é de realçar isto vezes sem conta nas nossas mentes!
Por vezes, pensamos que não conseguimos pôr fim a uma determinada situação, mas existem muitas pessoas que com certeza estarão dispostas a ajudar-nos. É só necessário procurá-las e deixarmos de nos fechar sobre o nosso próprio mundo.
Raquel Portela/Helena Cunha/Júlia Machado/Ana Lobo – 11.º A
Anorexia nervosa
Maio9, 2010Lê, a seguir, 4 comentários a este anúncio institucional, redigidos por alunos das turmas 11.º A, B e C da ESPBS.
Este anúncio aborda um grave distúrbio alimentar, a anorexia nervosa.
Neste anúncio, podemos observar uma jovem que se vê ao espelho em roupa interior, sendo a música de fundo relativamente triste, o que demonstra o seu estado de espírito relativamente ao seu corpo.
À medida que o anúncio vai decorrendo, podemos notar o aumento gradual da intensidade da música, provocando, no início, uma sensação de que tudo está normal e, no fim, com o aumento de intensidade, como que uma sensação de frustração ou raiva.
No início do anúncio, podemos ver vários cremes de beleza, bonecos de peluche, sendo tudo em seu redor muito bonito, contrastando com a sua opinião acerca de si mesma. Podemos ainda reparar no tamanho do espelho, que é grande, “obrigando” a jovem a ver todo o seu corpo.
Este anúncio divide-se em duas partes. Na primeira, a jovem vê-se com excesso de peso (figura que mostra o espelho), porém, na segunda parte, a adolescente é mostrada como sendo anoréctica, bastante magra (realidade). Ao observar o seu corpo, a jovem demonstra bastante tristeza, passando a mão por todo o seu corpo tentando provar o seu suposto excesso de peso.
Perto do final do anúncio, deparamo-nos com uma enorme surpresa, que é o facto de, depois de a câmara se afastar do espelho (forma como ela se vê), nos apercebermos de como a rapariga é na realidade, anoréctica, bastante magra.
Este anúncio provoca um grande impacto nas pessoas que o vêem, sendo mesmo chocante o seu final, pois nunca esperaríamos que aquilo acontecesse, demonstrando as graves consequências da anorexia nervosa.
Este vídeo desperta nas pessoas um certo medo de se tornarem assim, desperta em nós um certo sentimento de pena das pessoas que passam por estas situações, que sofrem deste distúrbio alimentar, criando um grande impacto no espectador.
Este anúncio não apresenta nenhum slogan definido, apenas nos alerta para ajudarmos todas as pessoas que sofrem de distúrbios alimentares.
João Lima, João Machado, Pedro Oliveira, Pedro Lima, Tomé Mota – 11.º B
Neste anúncio institucional são abordados preferencialmente dois temas bastante actuais e debatidos, sendo eles a bulimia e a anorexia nervosa. A anorexia é uma doença psicológica da qual, mais tarde, advêm problemas de carácter físico devido a uma má alimentação e prática de certos actos, como por exemplo o vómito forçado, de modo a diminuir o peso.
Neste anúncio, observamos uma rapariga no seu quarto, que se olha ao espelho e se sente constrangida com o seu próprio corpo, considerando que a sua imagem não é a desejada, isto é, sente que tem excesso de peso, sendo que na realidade a imagem que nos é transmitida no fim do vídeo é a de uma rapariga extremamente magra. Esta acção é acompanhada por uma música que inicialmente nos remete para uma certa nostalgia tornando-se mais ritmada à medida que o anúncio prossegue. O próprio quarto onde ela se encontra dá a entender que se encontra, de certa forma, isolada e a escuridão e o choro desta jovem são factores que nos fazem perceber o seu estado de espírito, profundamente triste e com auto-estima diminuta. Verifica-se um contraste entre a imagem que ela visualiza e aquela que ela realmente apresenta. A primeira imagem que temos, a que nos é transmitida no espelho, é de uma jovem normal com um corpo perfeitamente saudável, mas que não se sente bem consigo mesma. Seguidamente, quando visualizamos a realidade, deparamo-nos com uma rapariga magra e muito debilitada física e psicologicamente, criando um efeito-surpresa, visto que inicialmente não imaginamos como o seu corpo é na realidade.
É, portanto, uma jovem com sérios problemas de foro psicológico.
O anúncio desperta um sentimento de medo de um dia podermos vir a sofrer de distúrbios emocionais, tal como a rapariga que nos é dada a conhecer. Cria em nós, telespectadores, um sentimento de compaixão para com esta, mas também um pouco de revolta pela forma como ela se encara ao espelho, isto é, de uma forma claramente distorcida da realidade. O slogan deste anúncio enquadra-se na perfeição, «Ajuda para pessoas com distúrbios alimentares», pois o que estas pessoas necessitam é de uma grande ajuda para resolver este distúrbio que é tão complexo
A publicidade institucional tem um papel fundamental nas nossas vidas, visto que é ela que nos alerta para os grandes problemas da sociedade, aqueles que por vezes nós esquecemos, mas que são bastante importantes. Ela relembra-nos e faz-nos questionar sobre assuntos tão delicados, como o caso da anorexia.
Alexandra, Ana Rita, Bárbara, Luís Pereira, Miguel, Vítor – 11.º C
Diariamente, somos confrontados com imagens iguais ou piores que estas. Muitas são as raparigas que vivem o drama que aqui está a ser transmitido, o ser magro torna-se num vício que não tarda será uma doença.
Como vemos, ao olhar-se ao espelho, a rapariga vê-se mais gorda do que aquilo que realmente é. De facto, é comum na doença retratada que isto aconteça. As pessoas já são magras, mas o espelho mostra aquilo que simplesmente elas querem ver.
A anorexia leva a problemas de auto-estima que, sem devida ajuda médica, podem tornar-se em problemas bastantes graves que, em situações extremas, levam ao suicídio. Podemos verificar o sofrimento da jovem quando vemos no seu rosto as lágrimas a caírem insistentemente e a forma como ela realça os seus pontos fracos.
Escolhemos este vídeo publicitário porque afecta essencialmente as raparigas da nossa idade e as mulheres em geral. Ficámos bastante sensibilizadas.
Ana Lobo, Helena, Júlia, Raquel, 11.º A
Este anúncio publicitário permite alertar o mundo para estas doenças, anorexia e bulimia, que afectam diversas pessoas, nomeadamente mulheres.
Como é visível neste anúncio, nem sempre alimentar-se é um prazer. Para algumas pessoas, torna-se bastante obsessivo combater o apetite. Assim, ao longo do tempo, vão acabar por ficar debilitadas e com um aspecto pior do que o anterior.
É, também, de fácil observação a forma como estas pessoas se sentem e vêem. No espelho, a jovem vê um corpo bastante mais gordo do que este é na realidade, o que mostra a obsessão compulsiva destes doentes. O pormenor das horas, no início deste anúncio, demonstra também o aspecto que anteriormente referimos, a obsessão por emagrecer.
As pessoas que normalmente têm estas atitudes são aquelas que pensam que alguém não gosta delas devido à sua gordura, que não podem ser modelo porque não têm um corpo adequado.
Contudo, este anúncio alerta-nos ainda mais para estas situações características cada vez mais na nossa sociedade, que vive tentando seguir o modelo de alguém, por vezes até uma personalidade, o que leva a uma série de loucuras, tais como emagrecer desnecessariamente.
Por fim, este anúncio termina com uma frase que tem como objectivo alertar as pessoas para esta realidade e para que tentemos ajudar estes doentes que tem transtornos alimentares.
Ana Ferreira, Ana Rita Mendes, António Machado, Eliana Andrade, Luís Sousa – 11.º A
Pena de morte
Março1, 2010Informa-te sobre a pena de morte:
Joaquín José Martínez sempre foi a favor da pena de morte, até que…
Informa-te um pouco mais sobre o caso de Joaquín José Martínez. AQUI.
Lê mais alguns artigos sobre este tema.
Lê os discursos de Abertura e Encerramento da Conferência “A Europa contra a Pena de Morte” – Lisboa 2007
Poema recitado por Eusebiozinho n’ Os Maias
Fevereiro26, 2010Conhece o poema “A lua de Londres”, do poeta ultra-romântico João de Lemos, recitado por Eusebiozinho no cap. III da obra Os Maias, de Eça de Queirós.
A LUA DE LONDRES
É noite. O astro saudoso
rompe a custo um plúmbeo céu,
tolda-lhe o rosto formoso
alvacento, húmido véu,
traz perdida a cor de prata,
nas águas não se retrata,
não beija no campo a flor,
não traz cortejo de estrelas,
não fala de amor às belas,
não fala aos homens de amor.
Meiga Lua! Os teus segredos
onde os deixaste ficar?
Deixaste-os nos arvoredos
das praias de além do mar?
Foi na terra tua amada,
nessa terra tão banhada
por teu límpido clarão?
Foi na terra dos verdores,
na pátria dos meus amores,
pátria do meu coração!
Oh! que foi!… Deixaste o brilho
nos montes de Portugal,
lá onde nasce o tomilho,
onde há fontes de cristal;
lá onde viceja a rosa,
onde a leve mariposa
se espaneja à luz do Sol;
lá onde Deus concedera
que em noite de Primavera
se escutasse o rouxinol.
Tu vens, ó Lua, tu deixas
talvez há pouco o país
onde do bosque as madeixas
já têm um flóreo matiz;
amaste do ar a doçura,
do azul e formosura,
das águas o suspirar.
Como hás-de agora entre gelos
dardejar teus raios belos,
fumo e névoa aqui amar?
Quem viu as margens do Lima,
do Mondego os salgueirais;
quem andou por Tejo acima,
por cima dos seus cristais;
quem foi ao meu pátrio Douro
sobre fina areia de ouro
raios de prata esparzir
não pode amar outra terra
nem sob o céu de Inglaterra
doces sorrisos sorrir.
Das cidades a princesa
tens aqui; mas Deus igual
não quis dar-lhe essa lindeza
do teu e meu Portugal.
Aqui, a indústria e as artes;
além, de todas as partes,
a natureza sem véu;
aqui, ouro e pedrarias,
ruas mil, mil arcarias;
além, a terra e o céu!
Vastas serras de tijolo,
estátuas, praças sem fim
retalham, cobrem o solo,
mas não me encantam a mim.
Na minha pátria, uma aldeia,
por noites de lua cheia,
é tão bela e tão feliz!…
Amo as casinhas da serra
coa Lua da minha terra,
nas terras do meu país.
Eu e tu, casta deidade,
padecemos igual dor;
temos a mesma saudade,
sentimos o mesmo amor.
Em Portugal, o teu rosto
de riso e luz é composto;
aqui, triste e sem clarão.
Eu, lá, sinto-me contente;
aqui, lembrança pungente
faz-me negro o coração.
Eia, pois, ó astro amigo,
voltemos aos puros céus.
Leva-me, ó Lua, contigo,
preso num raio dos teus.
Voltemos ambos, voltemos,
que nem eu nem tu podemos
aqui ser quais Deus nos fez;
terás brilho, eu terei vida,
eu já livre e tu despida
das nuvens do céu inglês.
João de Lemos
Nome: João de Lemos de Seixas Castelo Branco Nascimento: 6-5-1819, Peso da Régua Morte: 16-1-1890, Maiorca, Figueira da Foz Poeta ultra-romântico, nascido a 6 de Maio de 1819, no Peso da Régua, e falecido a 16 de Janeiro de 1890, em Maiorca, na Figueira da Foz, foi adepto da causa absolutista. Licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, desempenha várias missões diplomáticas ao serviço de D. Miguel e dirige desde 1848 o jornal A Nação, órgão dos miguelistas. Depois da vitória dos liberais, exila-se em Inglaterra, onde compõe o poema que o notabilizou, “A lua de Londres”. Colaborou na revista coimbrã O Trovador, de que foi um dos fundadores, bem como em outros periódicos, tais como a Revista Universal Lisbonense (1841-1859), a Revista Académica de Coimbra (1845-1854), o Prisma (1842-1843), a Ilustração (1845-1846) e o Cristianismo (1843). O seu lirismo é imbuído de um sentimentalismo exagerado, com evocações nostálgicas da terra natal e da pátria, e marcado por um certo convencionalismo.
Bibliografia: Cancioneiro: 1.º vol., Flores e Amores, 1858; 2.º vol., Religião e Pátria, 1859; 3.º vol., Impressões e Recordações, 1867 (poesias); Canções da Tarde, 1875 (poesias); O Monge Pintor, 1876 (poesias); O Tio Damião, 1887 (poesias), Serões de Aldeia, 1876 (memórias)
João de Lemos. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2010. [Consult. 2010-02-26].
Disponível na www: <URL: http://www.infopedia.pt/$joao-de-lemos>.
Concurso de Escrita “Alerta à SIDA” já tem vencedor
Dezembro19, 2009Parabéns a todos os participantes e principalmente ao vencedor!
Lê aqui o texto premiado.
Aqui podes conhecer mais alguns textos dos concorrentes ao concurso “Alerta à SIDA”.
Publicado por rseixasp 















