Campanha portuguesa contra a sida reconhecida internacionalmente

Novembro13, 2009

 

“Cinco razões para não usar preservativo”

Anúncio português de prevenção da doença ganhou primeiro prémio em concurso europeu.

O spot publicitário português “Cinco Razões para não usar preservativo” foi considerado o melhor anúncio governamental europeu de prevenção da sida num concurso internacional, anunciou hoje a Coordenação Nacional para a Infecção VIH/sida.

Lê, a seguir, 2 comentários a este anúncio institucional, redigido por alunos das turmas 11.º A e C da ESPBS.

Este vídeo é um anúncio institucional cujo objectivo é mostrar a importância do uso do preservativo e as consequências que o acto impensado de não o utilizar pode trazer, nomeadamente a contracção de uma doença muito grave que afecta milhões de pessoas em todo o mundo, a SIDA.

O alerta para as consequências é conseguido através de um conjunto de estratégias audiovisuais que despertam e captam a nossa atenção. O som rítmico acompanha as imagens realistas e imponentes que retratam de forma clara, intensa e dramática os efeitos da SIDA nas pessoas. O facto de inicialmente o anúncio ser constituído por imagens agradáveis e atractivas e depois os espectadores serem surpreendidos por imagens chocantes de dor e sofrimento provoca um efeito-surpresa que redobra a atenção do público. Este contraste entre os momentos de prazer de um casal e o drama vivido pelos restantes pelo facto de não terem utilizado protecção faz-nos reflectir no problema. Outra estratégia importante é a utilização de figuras públicas que dá mais força e credibilidade ao anúncio, conseguindo assim maior impacto e eficácia na transmissão e apreensão da mensagem. O texto do anúncio é constituído por frases curtas e extremamente irónicas. Esta ironia, também presente no slogan, provoca nas pessoas uma espécie de culpa, fazendo-nos sentir ignorantes por termos ideias tão infundadas, incorrectas e preconceituosas, que nos podem levar a situações dramáticas e penosas que podem ser facilmente evitadas sem “estragar o momento”.

Assim, o impacto provocado por todos estes elementos, referidos anteriormente, despertam no público sentimentos de culpa, tristeza e pena, fazendo-nos reflectir nos nossos actos, mostrando-nos que pequenos momentos de prazer sem a devida protecção podem transformar-se em anos de dor, sofrimento e desespero, reforçando a mensagem que realmente mais vale prevenir que remediar. Sensibilizando as pessoas para o uso do preservativo.

 Ana Oliveira, Filipe Sampaio, João Carvalho, Marlene Sousa, Sara Machado – 11.º A

 

 

 

Todos os dias somos bombardeados com um enorme número de anúncios publicitários, quer institucionais quer comerciais, que nos tentam transmitir a mensagem que pretendem.

Este anúncio, em particular, transmite a mensagem de que o preservativo é extremamente importante para a nossa saúde e bem-estar. Um aspecto essencial é o de que esta mensagem é transmitida através das desvantagens e das ideias erradas que se têm do uso do preservativo. O facto de o anúncio ser protagonizado por figuras públicas realça a globalidade do problema.

Na vida, por vezes, utilizamos o erro como uma arma de defesa para futuras ocasiões. É precisamente errando que aprendemos a não errar. Este anúncio mostra-nos as más consequências da falta de prevenção por parte de nós próprios.

Cada pessoa tem que ser responsabilizada pelos seus actos e é útil pensar duas vezes nas atitudes que tomamos, pois somos nós que damos o rumo que queremos à nossa vida.

Ontem pode ser tarde demais.

Luís Moreira, Nuno Ramos, Rogério Gonçalves, Sérgio Oliveira, Vasco Mendes – 11.º C

 

 

Para o coordenador nacional para a infecção VIH/sida, a atribuição deste prémio é “muito importante” porque demonstra que “é possível fazer campanhas que são reconhecidas como interessantes e importantes, quer do ponto de vista da mensagem, quer do ponto de vista estético e da forma como são realizadas”.

Henrique Barros realçou ainda o facto de o prémio ter sido concedido por um júri internacional, no concurso internacional “European AIDS Video Clip Contest ‘Clip & Klar europe 09′”, dinamizado pelo governo alemão, em que estavam a ser avaliados anúncios da generalidade dos países europeus.

O júri deste concurso foi constituído por um conjunto de profissionais destacados da área cinematográfica, dos média e da prevenção da infecção VIH.

O anúncio premiado de promoção da utilização consistente do preservativo foi exibido nas televisões portuguesas em Outubro de 2007 e conta com a participação de diversas figuras públicas: Vítor Norte, São José Correia, Pacman, Cucha Carvalheiro, Sara Prata, Rita Salema, Bruno Nogueira e Alberto Quaresma.

Henrique Barros adiantou à Lusa que este anúncio é “recordado” e “reconhecido” pelos portugueses, nos inquéritos realizados periodicamente pela Coordenação Nacional para a Infecção VIH/sida de avaliação da influência das mensagens televisivas, como o “mais relevante do ponto de vista da transmissão da ideia da prevenção”.

O anúncio vai voltar a ser exibido nas televisões, adianta a Coordenação Nacional para a Infecção VIH/sida, anunciando que o prémio será entregue às 13:00 de hoje em Colónia, no âmbito da Conferência Europeia de SIDA que decorre até sábado nesta cidade alemã.

Relativamente à infecção da Sida em Portugal, Henrique Barros adiantou que os inquéritos têm indicado que “cada vez é maior a proporção de pessoas que toma medidas preventivas adequadas e que realizam os testes do HIV”, uma medida muito importante para o controlo da infecção.

Segundo o coordenador, os novos casos de infecção têm tendência para diminuir em Portugal, onde a população infectada ronda as 20 mil pessoas.

http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1418501

Topo


Projecto de Educação para a Saúde – SIDA/HIV

Novembro4, 2009

 

O galardoado filme Filadélfia, de Jonathan Demme, aborda de forma comovente o problema dos preconceitos contra os homossexuais e portadores do vírus HIV.

Sinopse: Andrew Beckett é um jovem advogado de sucesso, que é despedido da prestigiosa firma em que trabalha quando se descobre que é homossexual e sofre de SIDA. Beckett, após nove tentativas infrutíferas, consegue contratar Joe Miller, um advogado homofóbico, para levar o seu caso a tribunal, travando a partir daí uma luta desigual contra a discriminação.

Não deixes de ver o filme na íntegra. Vale a pena!

Trailer do filme Filadélfia

 

Ouve a música Streets of Philadelphia, composta por Bruce Springsteen especialmente para este filme. Encontras a letra abaixo.

STREETS of Philadelphia, Bruce Springsteen    SIDA - pensa em ti e nos outros

Informa-te sobre  a SIDA/HIV:

   ASSIM SE TRANSMITE O VIH   E ASSIM NÂO SE TRANSMITE      

 Informação e prevenção sobre VIH-SIDA - 1     Informação e prevenção sobre VIH-SIDA - 2

Encontras mais informações nos sítios Portal da Juventude, VIH/SIDA e Roche/Sida.

Notícias recentes:

Obama anuncia fim da proibição de entrada no país de seropositivos - 31 Out. 2009   Sida - prevenção tem de melhorar em Portugal - 13 Out. 2009  Lares não aceitam idosos infectados com Sida - DN, 5 Junho 2009  Doentes com VIH sem acesso a cursos - DN, 4 Junho 2009

Topo


Contrato de Leitura

Setembro24, 2009
Eis algumas sugestões:
Para obteres mais informações sobre as obras, clica nas imagens das capas.
capa Cronica dos Bons Malandros      Zorro - o começo da lenda              
 

           

Que livro(s) estás a ler no âmbito do Contrato de Leitura?

  • Dá-nos conta das tuas impressões de leitura.

Que livro(s) sugeres para o Contrato de Leitura?

  • Neste espaço, dá também o teu testemunho sobre livros de que tenhas gostado particularmente e cuja leitura queiras sugerir.

Topo


Sermão de Santo António aos Peixes

Setembro23, 2009

Sabias que a RTP dedicou um dos seus programas Grandes Livros ao “Sermão de Santo António aos Peixes” do Pe. António Vieira?

 

Vê todo o programa e fica a conhecer a admirável personalidade de tão famoso orador! Vale a pena!

1.

2.

3.

4.

5.

Topo


Texto argumentativo – imigração ilegal (prevenção ou repressão)

Novembro18, 2008
 
A única solução

Almeida e Sousa

Perguntam-me o impossível. Porque, se fosse fácil, há muito tempo que tinha tido resposta. Muitos outros, mil vezes mais classificados, a teriam dado. Mas insistem tanto que me obrigam. Perguntam-me qual é a solução que vejo para o problema da emigração clandestina africana para a Europa.

Com certeza que não é pergunta para mim, nem muito menos para o espaço de que aqui disponho. Mas nunca disse que não, não o direi agora. A única solução que vejo é o desenvolvimento da África. Que esse sim, não é impossível. Queiram-no os Homens! Hoje, com os 3 vectores da modernidade – o avião, o ar condicionado e as comunicações – a África há muito que deixou de ser a África tenebrosa da nossa História. Passou a ser apenas um Continente grande (21% da superfície do Globo), com regiões ricas e muitas matérias-primas que, para bem dos seus habitantes, há que desbravar. Em paz, porque em guerra, é impossível. Os Africanos hoje podem saber tanto como nós, serem eles próprios a dirigir o seu próprio desenvolvimento. Nada obsta. O que é necessário é a reformulação do Continente.

Resumindo, porque tenho que resumir, são precisas muitas e boas Escolas, tão boas quanto as melhores da Europa e da América, com professores que aos destas nada fiquem a dever. Até poderão ser os mesmos. É preciso acima de tudo Educação e Saber. Depois é preciso outra organização económica as riquezas de África deverão ser trabalhadas em África até ao estádio mais avançado que economicamente seja possível. A África tem que deixar de ser apenas uma fonte de matérias-primas em bruto, tem que processá-las até onde for possível, até ao produto acabado sempre que puder ser. Terá que passar eventualmente por metas intermédias, mas sempre na ideia de ir em frente. O produto dos trabalhadores africanos tem que ser tão avançado e tão remunerado como o dos europeus.

Para isso, têm que ter, repito, Educação e Saber. Escolas, prego mais uma vez. As crianças africanas, em vez de lhes darem armas, devem dar-lhes livros. Espalhar por toda a África, não arsenais, mas Bibliotecas, Universidades, Escolas Clássicas e Escolas Profissionais. Se for necessário que inicialmente os professores sejam europeus, pois que sejam! Não eram e são europeus os que dirigiram e dirigem a exploração das matérias-primas africanas? E não quero ir mais longe para não ter de chegar à vergonha. A Economia terá que ser estudada a nível mundial, não à mercê dos interesses de qualquer homem ou qualquer Companhia. Que todas as multinacionais que lá se possam instalar, que lá se instalem. Não para explorar, mas para desenvolver. É todo um Continente grande que vive subdesenvolvido a 20 habitantes por Km2. O Mundo que o colonizou, tem agora que o desenvolver, não dar-lhe sacos de farinha. E a sucessão só pode ser uma primeiro, acabar com as guerras; segundo, ensinar as gentes; terceiro, dar-lhes oportunidades. Quando for assim, e só quando for assim, terminará a emigração clandestina. Não houve Alguém que disse que o desenvolvimento é o novo nome da Paz? Por isso, impossível não é, só é preciso que os homens queiram.

Topo


Texto argumentativo – prostituição

Novembro18, 2008
 
Ai, os descaminhos!
 
 
Joana Amaral Dias
O Presidente da República, no seu Roteiro para a Inclusão, focou a prostituição, afiançando que se opõe à sua legalização. E afirmou que foi o “relato das mulheres que tinham conseguido libertar-se dos caminhos da prostituição” que mais o impressionou. Mas, em Portugal, nem a prostituição é ilegal nem são as pessoas que deixam a prostituição que constituem o grupo mais frágil.

Crimes são a exploração e o tráfico de seres humanos. Podemos reflectir sobre os métodos para os combater ou o peso das penas a aplicar. De resto, há consenso. São hediondos. Portanto, o cerne da discussão é a prostituição – que existe! – e a sua regulamentação. O “mudar de vida”, a que Cavaco Silva se referiu, nem sempre acontece.

Claro que as instituições que batalham por esta oportunidade devem ser apoiadas e têm um papel fundamental. Mas insuficiente. Nem todas as pessoas que se prostituem querem ou conseguem mudar. E, mesmo não querendo, devem usufruir dos mesmos direitos laborais e sociais que os demais cidadãos. Hipocritamente, por cá, ao contrário do que acontece noutros países europeus, prostitutos e prostitutas não têm esses direitos. Estão totalmente desprotegidos e vulneráveis. A exclusão social que o Presidente pretenderá derrotar resulta, desde logo, da discriminação sistemática a que são sujeitos, que vai desde a Segurança Social ao Sistema Nacional de Saúde, passando pela justiça ou pela polícia. Para não falar do estigma.

Por fim, Cavaco Silva parece não compreender que o combate ao tráfico e exploração de seres humanos só será eficaz quando a prostituição estiver livre da discriminação preconizada pelo próprio Estado. Quando se aclarar a diferença entre prostituição e prostituição forçada.

Isto é: ou se lida com a realidade, com o facto de existirem homens e mulheres que se prostituem e – concorde-se ou não com tal actividade – garantem-se os mesmos direitos a todos; ou se finge que tais pessoas não existem e só se reconhece quem pretende e consegue deixar “esses descaminhos” (expressão do Presidente!), agravando a exclusão. Essa é a questão nodal em relação à prostituição. Essa é a questão que Cavaco Silva evitou, deixando apenas duas possibilidades: ou mudam ou são abandonados à sua sorte e mercê.
Moralismos e caridade à parte, para combate à exclusão é pouco. É mesmo o oposto.

Topo


Texto argumentativo – sinistralidade rodoviária

Novembro18, 2008
 
A vida nas nossas mãos

Nuno Miranda de Magalhães

Escrever sobre Segurança Rodoviária é escrever sobre a Vida. A Sinistralidade Rodoviária é hoje internacionalmente encarada como um problema de Saúde Pública e a Organização Mundial de Saúde dedicou-lhe o seu Dia Mundial.
No Conselho de Ministros Europeu dedicado à Segurança Rodoviária, realizado em Verona, e do qual resultou a Declaração de Verona, todos fomos confrontados com números terríveis. Nas estradas da União Europeia morrem diariamente cerca de 131 pessoas em resultado de acidentes rodoviários. O que equivale a dizer que, por dia e em média (sem que seja objecto de notícia) ocorre um silencioso “desastre de aviação” na União Europeia, para o qual contribuímos com uma média de 4 mortos.
Na verdade, muito da solução para este problema parte da atitude individual que cada um de nós possa, ou não, assumir.
Numa recente publicação (“Porque nos matamos na estrada…e como o evitar”) que contou com o patrocínio da DGV, alertava-se para o facto de a auto-imagem e hetero-imagem dos portugueses nesta matéria ser completamente inversa à fria realidade dos números.
Os portugueses consideram-se condutores seguros, atentos, calmos e prudentes (cerca de 84%). Mas quando confrontados com a sua opinião acerca dos outros, os mesmos, demonstravam menor optimismo e cerca de 86% considera que os outros são incompetentes, não têm qualquer civismo e são inconscientes, agressivos e perigosos.
No que diz respeito às causas dos acidentes, também a maioria não teve qualquer dúvida em identificar como os principais culpados: os condutores (os outros claro…), o Estado, as Autarquias Locais e, mais inquietante, quase um terço encaram esta situação como uma fatalidade. Ou seja, “a culpa” é sempre dos outros ou do destino.
Mas, o importante é dizer que a “culpa” é de todos, é de cada um de nós, e que por isso temos de alterar a situação, sobretudo para aqueles que a encaram como uma inevitabilidade, tanto mais que a análise dos acidentes demonstra que mais de 90% dos acidentes ocorrem por causas exclusivamente imputáveis ao comportamento humano.
(…)
O PNPR Plano Nacional de Prevenção Rodoviária) começou por identificar os principais problemas que condicionam a segurança rodoviária em Portugal. Resumidamente, concluiu que estes se situam na assunção de atitudes inadequadas da parte dos diferentes utentes da infra-estrutura rodoviária, com frequentes violações do Código da Estrada, a inexistência de civismo, agravada pela sensação de impunidade; a existência de uma infra-estrutura rodoviária com deficiências; a insuficiente participação do sistema educativo na educação rodoviária dos jovens; a existência de uma formação e avaliação de condutores inadequada e benevolência no sancionamento dos infractores pelos Tribunais.
A sinistralidade rodoviária deve pois ser considerada, além de um grave problema de saúde pública, como um flagelo social, com as inerentes consequências económicas. A título de exemplo, refira-se que a média do impacto da sinistralidade rodoviária no PIB dos Estados Membros é de cerca de 2% e em Portugal corresponde a 5% do PIB.
Por isso, é importante sublinhar que a eficácia deste PNPR e dos seus resultados, dependerá sempre do comportamento de cada cidadão e do posicionamento de rejeição ou de condescendência que a sociedade tiver para com os comportamentos inadequados de cada um, porquanto tem que constituir um esforço nacional para o qual todos estão convocados: autarquias locais, associações do sector, organizações não governamentais, comunicação social e cada um de nós, para que possamos atingir este objectivo.

(texto adaptado)

Topo


Viajando com o Pe. António Vieira até à costa do Brasil (2)

Outubro18, 2008
Vê três vídeos em que se apresentam as principais características do polvo, do peixe voador e da rémora (peixe pegador), referidas pelo Pe. António Vieira no Sermão de Santo António aos Peixes.
 
Polvo
 
  
 
Peixe voador
 
 
Rémora (peixe pegador)
 
 
Topo

 


Viajando com o Pe. António Vieira até à costa do Brasil

Outubro15, 2008

Conhece alguns dos peixes referidos no Sermão de Santo António aos Peixes.

….Rémora (peixe pegador) ………………….. Torpedo
 
Peixe quatro-olhos ..…….
.
Rémora (peixe pegador) – possui a barbatana dorsal transformada numa ventosa, com a qual se fixa a outros peixes de grandes dimensões, tartarugas ou mesmo a navios, podendo assim viajar grandes distâncias. Isto permite-lhe poupar energia.
 .
Torpedo – gera electricidade através dos órgãos que se localizam ao longo de quase todo o corpo. Trata-se de tecidos musculares, modificados que, em vez de contrair, como fazem os músculos, libertam energia para o meio ambiente. Surge assim, à volta do peixe, um campo eléctrico que, ao ser modificado pela presença de um corpo estranho, alerta o peixe e este emite uma descarga eléctrica no intruso. As descargas produzidas prestam-se quer à subsistência alimentar, quer à autodefesa do animal em razão de perigo iminente.
.
Peixe quatro-olhos – tem, na verdade, apenas dois olhos. Cada olho é dividido em duas parte por uma tira opaca horizontal. Cada metade tem sua córnea e íris próprias, mas apenas uma única retina. Os cristalinos ovais são como óculos bifocais: a parte superior é própria para enxergar no ar e a parte inferior para enxergar na água. O peixe nada na superfície da água, com metade de cada um dos olhos submersa, e usa as duas séries de visão ao mesmo tempo.  

………..“Roncadores” …………………………Peixe-voador
Polvo……………..
 
Roncadores - são assim apelidados porque ao serem capturados e levados à superfície, emitem um som parecido com um ronco. Este som é proveniente de sua faringe e é ampliado pelas bexigas natatórias. Acredita-se que este som faça parte de um sistema de comunicação muito primitivo, algo assim como um sinal de alarme que comunica ao próximo peixe que alguém está se aproximando.

Peixe-voador – Nadando a uma velocidade que alcança 29 km por hora, o peixe sai da água até pôr de fora metade de seu corpo. Nesse momento abre as “asas” e golpeia a água rapidamente com a cauda. Num segundo alcança a velocidade de descolagem, entre 48 e 88 km por hora. Inicia então um planeio que chega a durar dez segundos e se estende de 1 a 400 m. O único problema é que durante o vôo ele pode ser apanhado por uma ave marinha ou então pode acabar por bater nas estruturas do barco ou na vela. Quando salta fora da água para “voar”, ele pode atingir uma altura de 6 metros e planar por uma distância de 90 metros.

Polvo – é um molusco marinho cuja característica principal é uma coroa de oito tentáculos com fortes ventosas dispostos à volta da boca. Tem um corpo mole, mas não tem esqueleto interno (como as lulas) nem externo (como o nautilus). Como meios de defesa, o polvo possui a capacidade de largar tinta, camuflagem e autonomia dos seus tentáculos.
Topo

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.